sexta-feira, 22 de junho de 2012

Mirante Belvedere - Petrópolis

Outro mirante na serra do Rio de Janeiro. Era um antigo restaurante na BR 0-40 (Rio - Petrópolis) construído no fim dos anos 50. É um ponto de parada obrigatória até hoje, fato explicado pela sua privilegiada localização. 


Abandonado há mais de 20 anos, sua semelhança com o museu de Oscar Niemeyer em Niterói é incontestável. Propostas de revitalizações sempre há, mas com poucas ações efetivas. Um lugar muito querido e sempre lembrado.
Não consegui informações sobre o autor do projeto e também sobre a data exata da inauguração.




sábado, 16 de junho de 2012

Mirante da Granja Guarani - Teresópolis

Um lindo mirante construído pela família Guinle em 1929 com vis para a "Verruga do Frade", em Teresópolis. Tombado a mais de 30 anos, ele é todo trabalhado em azulejos do ceramista português Jorge Colaço, pintados em Lisboa. Figuras em tons de azul e amarelo, somados ao branco, narram quatro lendas indígenas: "O Dilúvio", "O Anhangá," "A moça que saiu pra procurar marido" e "Como apareceu a noite"



Três aventureiros, o Marcus Mendeso, Felipe e Marcos L. Brito do http://trekkbrasil.blogspot.com.br/ 
registraram esse lugar lindo que merece atenção de todos e principalmente a nossa aqui do Lugares Esquecidos.

Um exemplo lindo de arquitetura do Ecletismo. Dá para ver, por uma imagem antiga que encontrei, que haviam pinos no telhado, feitos também em cerâmica. O local é muito querido pelos habitantes da região e há muita briga para trazer de volta esse marco na história da família Guinle, do Povo de Teresópolis, do Patrimônio Nacional.

O ar de ruína abandonada me atrai bastante. Não sei até que ponto vale a pena restaurá-lo por completo ou apena restaurar e salvaguardar a sua ruína. Penso que uma manutenção estrutural e limpeza, tratamento da ruína, uma bela pavimentação em volta, traria de volta uma parte do charme do local, mesmo destruído, mas o que vale é estar em paz e segurança para desfrutar o visual que fez valer um dia a construção do Mirante.


 A vista do Mirante.
 Uma imagem antiga.



   

terça-feira, 12 de junho de 2012

The Phoenix - O "barco" dos casamentos

Oi leitores!

... Coloquei entres aspas o nome barco, pois, esse lugar é um barco só em sua forma. Na verdade é uma casa de recepções (como nós brasileiros conhecemos) em formato de barco. Este em especial é especializado em recepções e festas de casamento. Nem me pergunta como eu acho essas coisas! faz parte da pesquisa submergir tão profundamente que quando se acha o link, nem se sabe mais como começou tudo.

Esse lugar foi visitado por Spikey Gryphon, um canadense que tem um perfil com muita exploração urbana. Para quem quiser explorar o perfil do cara é: http://www.flickr.com/people/sadisticspice/.

Foi lá que encontrei o The Phoenix que tem no letreiro até o telefone para contatos. Está situado na Korea. 


Como prato mais caro do menu temos a pasta de três cores com lagosta e frutos do mar, custa 27 alguma coisa. Todos os ambientes estão completamente detonados. Pode-se ver desde véus de noivas abandonados até um objeto que não se tem certeza se tratar de um casaco de peles largado e pisado ou de um bicho morto. Algo aconteceu nesse lugar, algo muito mais louco que um simples casamento.

Na subida dos três imensos lances de degraus chega-se ao salão ao ar livre onde se realizava a cerimônia religiosa, com altar e tudo mais. Dentro do barco estão os locais de festa. Salões, banheiros, cozinhas, restos de festas pra todo lado.

Como sempre encontrado em lugares abandonados os restos de incêndio também estão presentes neste. Sempre tem um louco que vai e põe fogo no local. Talvez até pra se proteger do frio, em lugares mais frios, mas a fogueira é um símbolo primordial ao ser humano. Pena que acaba sempre em incêndio nesses lugares.

Vamos lá!

The Phoenix  




sábado, 9 de junho de 2012

Sea Palace e os restaurantes flutuantes abandonados

O blog Lugares Esquecidos é formado por trabalhos de exploração urbana feitos por mim e amigos de outros estados, por pesquisa minha na internet, e isso inclui busca em muitos perfis de usuários de sites divulgadores de imagens pessoais ou então busca em sites de exploração urbana; e por fim há as postagens que são sugeridas por pessoas que leem o blog, amigos e leitores. 
Recebi um link sobre um restaurante chinês, flutuante, abandonado. Fui olhar. Típica exploração oportunista. A pessoa deve ter entrado sem ninguém ver e captado tudo de celular mesmo. Não consegui identificar local, data e as imagens são de baixa qualidade. 



Acabei encontrando mais dois restaurantes flutuantes esquecidos por aí um em Kaohsiung perto de Taiwan, outro na Korea do Sul, dentro de um parque de diversões. Mostrarei todos, primeiro o chinês.

Sea Palace
Nota-se que ele foi bem utilizado, mesmo depois de abandonado.





quarta-feira, 6 de junho de 2012

O explorador das antigas Ferrovias Paulistas

Estava afastado do blog por motivos pessoais. Estava apenas acrescentando vídeos, imagens, atualizando coisas já feitas. Porém se aproximando dos dois anos do blog e quase 150 mil visitas encontrei Daniel Gentili que, gentilmente mandou um material precioso para o blog. E de quebra ainda conheci um explorador urbano de ferrovias paulistas e estações abandonadas esquecidas pelas cidadezinhas do estado de SP. 





Pesquisando material na internet me deparei com três vídeos feitos por Daniel Gentili. Ele tem 68 anos e já foi um usuário frequente das ferrovias paulistas, quando elas existiram. Entre elas a ferrovia Sorocabana, Paulista, Noroeste, Santos, Jundiaí, entre outras. Desde os anos 50 viajando de trem, Daniel foi testemunha de um sistema de transporte que tinha muito futuro em nosso país. Viu seu auge e sua decadência.
Desde 2009 ele já registrou em mais de 1500 imagens as ruínas de estações e das próprias estradas de ferro num percurso que se estendeu do estado de São Paulo ao do Paraná. Dessas imagens surgiram os três vídeos abaixo:







Encontrei também imagens de Daniel nos seguintes sites e blogs, já conhecidos do Lugares Esquecidos. São eles:








Na estrada, ou melhor, nos trilhos, faz tempo, Daniel tem muito a nos dizer e é por isso que agora vocês com as palavras e as explorações deste senhor que fez um trabalho incrível. Tão grande e importante que ficará pequeno para uma postagem só. 


"Sempre gostei de trens. Lá em Botucatu, minha cidade natal. Não morava longe da estação e nem dos túneis da Sorocabana na "Serra" de Botucatu (o nome geologicamente correto é Cuesta).

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